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Nas próximas eleições estamos vivendo a história do "já ganhou", “é o(a) melhor", “paladino(a) da moralidade” e assim por diante. Lamentável, pois assim como em Roma o povo está vivendo das ilusões fomentadas pelo pão, vinho e circo. Lá não havia eleição direta pelo povo, nem mesmo quando Roma foi república. Aqui existe e por

constante insatisfação, fazemos os comparativos com o passado, que quanto mais perto nunca presta, só quando está longe, regado pelo esquecimento. Então, como saído do Cabo da Boa Esperança, surge ao longe a salvação, no candidato(a) sem passado, sem presente e com promessa de futuro. O povo grita: - “já ganhou!”, “é o cara”, “baluarte da moralidade”, “que currículo!”. E no passado esquecido repousa enterrada as culpas e responsabilidades pelo fomento a pedofilia, ao desvio de verbas públicas, peculato, prevaricação, quadrilha, uso de drogas ilícitas, e tudo o mais que as famílias dignas não toleram. Transformado em ídolo, prepara-se para ocupar o poder com os membros de sua quadrilha. Este é o futuro se esquecermos de quem é quem, no passado e no presente, sob pena de nós não termos futuro.
 
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De média estatura. Rosto triste. Pernas tortas. Dentes podres. Nasceu em família pobre. Correndo na frente da carruagem real e caindo várias vezes na lama chamou a atenção do rei. Logo caiu em suas graças. Levado a corte tornou-se bobo. Assim permaneceu durante algum tempo. Alegrava as festas, aos nobres e muitas vezes ao próprio rei nos momentos de higiene. Era inteligente
e aperfeiçou a arte de agradar, puxar o saco e mentir a mando do rei. Pregava poucas e boas aos desafetos da realeza. Logo teve grande crédito. Com o tempo, tornou-se confidente do rei, de suas intimidades e questões de estado. Era inteligente e de súbito estava dando conselhos. Cresceu. Virou nobre e foi agraciado com título nobiliárquico. Ficou entre os grandes. Cada vez mais poderoso. Distribuiu favores e perdou convenientemente inimigos, fez alianças e, o rei morreu. Seus herdeiros foram assassinados repentinamente violenta guerra civil se irrompeu. De um lado o bobo, do outro alguns nobres. Finda a guerra venceu o bobo. Aclamado novo rei. Resolveu voltar ao vilarejo onde nasceu. Nada encontrou. Todos morreram de fome. Irresignado voltou ao palácio e outorgou uma lei: - deixaria o cargo para aquele que se tornasse o melhor bobo do reino. E a escolha seria democrática. Logo, todos se vestiram de bobos e foram a disputa. No dia da eleição votaram e para surpresa de todos, muitos não votaram em si mesmos, e sim em outros. Um foi eleito rei e o rei bobo abdicou e voltou a seu vilarejo. Sabia o seu lugar. Moral da história: - Até o bobo da corte sabe o lugar dele. Será que saberemos em quem votar nas próximas eleições ou seremos obrigados a assistir as palhaçadas, mentiras, trapaças e safadezas daqueles que passaram a vida puxando-saco? Em quem você votará?

 
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O covarde diante de situações de opressão dos poderosos não pensa duas vezes, foge, abandonando os amigos, família, princípios, dignidade e tudo que ao logo de sua vida construiu, tudo para proteger seu patrimônio ou até mesmo a vida. O corajoso diante da mesma opressão pensa várias vezes impelido pelas ponderações do medo, pois tem medo na mesma proporção de que o covarde, mas pensando nos amigos que não podem ser abandonados, no sustento da família, em seu princípios construídos ao longo da vida, dignidade e a própria vida, para que efetivamente tenha valido apena ter vivido, domina o medo e enfrenta à opressão. Vai à luta. Logo descobre que a grande maioria das opressões são fantasmas, e quem se dedica a fazer o mal as pessoas é um medroso, que se enfrentado, foge seguindo a sua essência. Veja os poderosos que o mundo teve quando enfrentado pelos oprimidos corajosos. Choram, clamam por Deus e por suas vidas, culpam inocentes em seus lugares, revelam-se e continuam medrosos como sempre foram. Enquanto os corajosos compreendem a perda da própria vida em caráter de altruísmo em favor do próximo, muita vez nem mesmo membro de sua família ou amigo. Medo todos nós temos, porque é um sentimento normal que nos impele à proteção, mas não podemos nos tornar covardes, ao ponto de fazer de tudo, inclusive nos tornar carrascos dos nossos irmãos para salvaguardar bens, interesses pessoais, por medo de enfrentar tantos anões que andam por ai vestidos de gigantes, usando pernas-de-pau e roupas longas, amedrontando a tudo e a todos dos altos degraus do poder que ocupam, alguns por herança dos país ou avós que fizeram o cargo público em privado, em caráter de herança testificado pelos falsos concursos públicos.

 
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Mensalão - Dinheiro Público

mensalãoNo Brasil, a compra de votos com dinheiro público para aprovar projetos do governo para beneficiar determinadas empreiteiras, que pagam gordas propinas aos chefes do executivo é tido como algo quase normal, no flagelo da corrupção que assola o país. Para onde segue o caminho que estamos trilhando? Eis que temos: - péssima segurança pública no país inteiro, corrupção n
a política, programas sociais que disfarçam grandes currais eleitorais, venda de decisões judiciais denunciadas e apuradas pelo CNJ, muita gente metendo a mão no bolso dos outros. E todo mundo lendo os jornais como meras notícias, entre tantas outras. Que vergonha! O mundo inteiro lutando, predendo, banindo e em alguns lugares até aplicando a pena de morte, e nós comodamente aceitando tudo isso na frente da TV ou lendo o jornal com a xícara de café nas mãos! Ou acordamos e resolvemos colocar a "boca no trombone" para combater a corrupção, educando principalmente a nossos filhos, ou ficaremos reféns dos menores dos patifes que estão de plantão esperando a primeira oportunidade para nos roubar a voz!