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O covarde diante de situações de opressão dos poderosos não pensa duas vezes, foge, abandonando os amigos, família, princípios, dignidade e tudo que ao logo de sua vida construiu, tudo para proteger seu patrimônio ou até mesmo a vida. O corajoso diante da mesma opressão pensa várias vezes impelido pelas ponderações do medo, pois tem medo na mesma proporção de que o covarde, mas pensando nos amigos que não podem ser abandonados, no sustento da família, em seu princípios construídos ao longo da vida, dignidade e a própria vida, para que efetivamente tenha valido apena ter vivido, domina o medo e enfrenta à opressão. Vai à luta. Logo descobre que a grande maioria das opressões são fantasmas, e quem se dedica a fazer o mal as pessoas é um medroso, que se enfrentado, foge seguindo a sua essência. Veja os poderosos que o mundo teve quando enfrentado pelos oprimidos corajosos. Choram, clamam por Deus e por suas vidas, culpam inocentes em seus lugares, revelam-se e continuam medrosos como sempre foram. Enquanto os corajosos compreendem a perda da própria vida em caráter de altruísmo em favor do próximo, muita vez nem mesmo membro de sua família ou amigo. Medo todos nós temos, porque é um sentimento normal que nos impele à proteção, mas não podemos nos tornar covardes, ao ponto de fazer de tudo, inclusive nos tornar carrascos dos nossos irmãos para salvaguardar bens, interesses pessoais, por medo de enfrentar tantos anões que andam por ai vestidos de gigantes, usando pernas-de-pau e roupas longas, amedrontando a tudo e a todos dos altos degraus do poder que ocupam, alguns por herança dos país ou avós que fizeram o cargo público em privado, em caráter de herança testificado pelos falsos concursos públicos.