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Nas próximas eleições estamos vivendo a história do "já ganhou", “é o(a) melhor", “paladino(a) da moralidade” e assim por diante. Lamentável, pois assim como em Roma o povo está vivendo das ilusões fomentadas pelo pão, vinho e circo. Lá não havia eleição direta pelo povo, nem mesmo quando Roma foi república. Aqui existe e por

constante insatisfação, fazemos os comparativos com o passado, que quanto mais perto nunca presta, só quando está longe, regado pelo esquecimento. Então, como saído do Cabo da Boa Esperança, surge ao longe a salvação, no candidato(a) sem passado, sem presente e com promessa de futuro. O povo grita: - “já ganhou!”, “é o cara”, “baluarte da moralidade”, “que currículo!”. E no passado esquecido repousa enterrada as culpas e responsabilidades pelo fomento a pedofilia, ao desvio de verbas públicas, peculato, prevaricação, quadrilha, uso de drogas ilícitas, e tudo o mais que as famílias dignas não toleram. Transformado em ídolo, prepara-se para ocupar o poder com os membros de sua quadrilha. Este é o futuro se esquecermos de quem é quem, no passado e no presente, sob pena de nós não termos futuro.